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Sou um produtor musical natural de São Paulo residindo em Indaiatuba. Me formei em Design Gráfico e Direção de Arte na Manchester Metropolitan University da Inglaterra no final de 2002 e depois disso voltei pro Brasil.

Meu primeiro encontro com música eletrônica de diversos gêneros foi através do extinto John Peel Show na BBC1 da Inglaterra na virada do milênio. O que mais me interessou foi a maneira que John Peel escolhia as músicas e tornava seu set rico em variações. Um minuto ele tocava eletrônica experimental e na próxima virada um reggae roots da Jamaica com nenhum ‘link’ musical entre os estilos. Eu tento incorporar isso nas minhas músicas, criando variações inusitadas e também em meus mixes fazendo algo similar. No meu caso eu tento deixar uma linha geral no set e incorporar pequenas variações que são ainda mais percebidas por serem altamente contrastantes com o resto dos sons.

Faço parte de três núcleos midiáticos de São Paulo, Áudio Insurgência, Tropical Punk e Síntese Coletiva contribuindo com serviços de Design gráfico para divulgação de eventos e também com lives audiovisuais.

Procuro acrescentar viradas bruscas em minhas músicas, mudando a direção do som como um todo, dando qualidades aleatórias, randomizadas a partir da experimentação constante e aberta de diversos gêneros musicais. Encare como uma viagem cheia de revezes e atalhos que o levam a um lugar inesperado, inusitado o qual só pode ser alcançado se você permitir, através da sua imaginação.

Tudo pode ser alterado já que tudo está em constante mutação.

João Ricardo aka Tale Twist is a musical producer and graphic designer from São Paulo, Brazil. After graduated in Graphic Design and Art Direction at MMU in Manchester, UK I moved back to Brazil. Once a guitarist in a heavy metal band, I started to get a taste of electronic music by accident and the forces of the universe have put me in contact with the mighty John Peel’s show on BBC and that twisted my head up. The content of the show I was once exposed influenced my musical taste and inspired me to produced music as a medicine to my illness to live.

What I try to do is to add twists into my bedroom productions as well as my mixes, always searching from different fonts and mixing them up somehow. Looking for the unexpected, I lead the listener to the twists and turns of my psychotic mind. I fit them into the labyrinths of my endurance to survive and I try to make it a little bit harder for them to get out of it. It’s hard being a weirdo but it pays off at the end of the day.

Music has always been my art of choice and now, more than never it has hooked me up as fish in a ball of sand trying to find its way through the mess I have made of my miserable existence. Music has saved me and it continues to save me in a daily basis, either listening to it or making it. My love for music is unconditional and I try hard to pass it on to the listener. My music is made out of love.

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